R$ 400 mil em economia ou menos 500 tCO2 evitados? OS DOIS.
Que a mineração brasileira é um pilar do nosso desenvolvimento econômico, mas opera em um cenário de alta complexidade, isso a gente já sabe, né?
Na parceria entre a Ominira e a Mineração GMX, encaramos esses desafios como oportunidades de inovação. Nosso caso de sucesso demonstra como uma gestão energética inteligente e um diagnóstico preciso se tornaram ferramentas cruciais para a competitividade, gerando resultados financeiros expressivos e, ao mesmo tempo, impulsionando a sustentabilidade em um setor que precisa de soluções robustas para seus desafios intrínsecos.
Tudo começou com uma análise detalhada da operação, que revelou oportunidades significativas. A primeira e mais impactante ação foi a migração para o Mercado Livre de Energia.
Essa mudança nos permitiu negociar contratos de energia com melhores condições, gerando uma economia que se tornou ainda mais representativa com as recentes e recorrentes bandeiras tarifárias (enquanto escrevo esse artigo, já estamos na Vermelha II!).
Em paralelo, identificamos a necessidade de corrigir o fator de potência. A instalação de bancos de capacitores foi a solução técnica para eliminar a cobrança por energia reativa, um desperdício que impactava diretamente nos custos.
As ações realizadas trouxeram resultados duplos. Os resultados falam por si. Financeiramente, alcançamos uma economia combinada de R$ 409 mil nos nossos primeiros quatro meses de trabalho. Além disso, a negociação de compra de energia renovável no Mercado Livre de Energia nos permitiu evitar a emissão de 512 toneladas de CO2. Esses resultados reforçam nosso compromisso não apenas com a eficiência operacional, mas também com a descarbonização e sustentabilidade.
“Com um diagnóstico preciso e ações estratégicas, transformamos custos em oportunidades de economia e sustentabilidade, provando que eficiência e responsabilidade ambiental caminham lado a lado.”
Olhando para o futuro, já estamos estudando novas frentes para expandir nossa eficiência e sustentabilidade, com uma previsão adicional de economia mensal de R$ 77 mil. Avaliamos a viabilidade da locação de BESS (Battery Energy Storage System) em nossa unidade, o que nos permitiria otimizar o consumo em horários de pico e garantir maior estabilidade. Outra iniciativa é a recuperação de ICMS, um benefício fiscal por nossa atividade ser classificada como industrial, que também contribuirá para a redução de nossos custos.
Essa é a diferença entre uma gestão comum e uma gestão ativa de energia.
A gestão ativa de energia não é apenas uma tendência, é um pilar estratégico para a competitividade e a sustentabilidade de qualquer negócio. Você está de olho nas oportunidades que podem estar passando batidas no seu negócio.